sábado, 8 de novembro de 2008

História

Minha história não tem pressa.

Meu nome é um coração abraçado a uma lembrança
Os ruídos são como vestes desfeitas
Vultos por decifrar.

Meus passos fugiram à noite
como se a pressa fosse algo secreto.

Não busco a luz com os olhos.

Atenho-me ao ponto indecifrável
à corrente luminosa e sucinta
(nem mesmo a fagulha serve).

Minha história não tem tempo
meu nome é um coração atado
a uma antiga memória.

Sertânia-Garanhuns, outubro de 2008.

1 Comentários:

Às sábado, novembro 08, 2008 , Blogger Thaís Nóbrega disse...

desata o nó, sama!

deve haver alguma maneira.

mas, como dizem por aí, cada coisa a seu tempo..né? vai ver que é sim. :)


(que bom ver isso aqui atualizado)

beijo, sama!

 

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